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Lato Sensu em Cafeicultura Sustentável
Sex, 20 de Agosto de 2010 08:07

APRESENTAÇÃO

O curso de Especialização lato sensu em Cafeicultura Sustentável é oferecido, gratuitamente, pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais - Campus Muzambinho, com atividades presenciais desenvolvidas no ambiente do campus, utilizando suas estruturas físicas e tecnológicas para o desenvolvimento das aulas teóricas e práticas. As atividades são desenvolvidas nos finais de semana sendo às sextas-feiras no período noturno e aos sábados no período diurno, comumente em intervalos quinzenais, de acordo com calendário estabelecido previamente pela coordenação de curso.

O ingresso ao curso se faz anualmente, exclusivamente, por processo seletivo publicado em Edital, obedecendo rigorosamente a ordem de classificação geral dos candidatos no limite de oferecimento de vagas.

Título: Especialização Lato Sensu em Cafeicultura Sustentável.
Duração do curso:
De 24 a 30 meses.
Turno:
Às sextas-feiras (noturno) e aos sábados (vespertino), comumente em intervalos quinzenais.
Horário:
19h às 23h às sextas e de 7h às 11h / de 12h às 16h aos sábados.
Público-alvo:
O curso é dirigido aos profissionais portadores de diploma de curso superior na área de ciências agrárias (classificação referência: CNPq em http://www.capes.gov.br/avaliacao/tabela-de-areas-de-conhecimento), ou ainda, portadores de diploma de curso superior nas demais áreas do conhecimento, desde que o mesmo possua diploma de Técnico em Agropecuária ou Técnico em Agricultura ou Técnico em Cafeicultura (segundo Catálogo Nacional de Cursos Técnicos), reconhecidos pelo MEC.

Total de vagas: 25 vagas anuais, com seleção no final do primeiro semestre mediante publicação de Edital.


COORDENADOR

Professor_Carlos__Alberto_Machado_CarvalhoNome do coordenador: Carlos Alberto Machado Carvalho

E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 

 

 

 

 

PERFIL PROFISSIONAL

Os mercados interno e externo demandam, cada vez mais, cafés de qualidade produzidos em propriedades que buscam certificações e profissionais mais especializados. Neste contexto, é necessário que se crie e se mantenha uma consciência de sustentabilidade, no sentido conceitual mais amplo, com base no aprimoramento do conhecimento dos profissionais que atuam na cafeicultura. Assim, a sustentabilidade e suas interfaces com a administração, o meio ambiente e recursos naturais renováveis, devem ser oferecidas à sociedade, como meio de reflexão para que sejam formados agentes transformadores que contribuam de maneira decisiva na formação de um ambiente social de melhor qualidade.

O aluno que cumprir com todas as exigências regimentais e pedagogias do curso será certificado ESPECIALISTA EM CAFEICULTURA SUSTENTÁVEL / Pós-Graduação lato sensu, conforme Resolução CNE n°1 de 08 de junho de 2007 e a lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira lei n° 9394 de 1996.

MERCADO DE TRABALHO

O Brasil é o maior produtor de café e o segundo mercado consumidor. Segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento/MAPA, o consumo interno é crescente e no ano de 2008 foi de 17,5 milhões de sacas para uma produção de 45,992 milhões de sacas, sendo 77,15% de café arábica. A produção brasileira do último ano (2010) ultrapassou 48 milhões de sacas e a primeira estimativa para a safra 2011, indica que o País deverá colher entre 41,89 e 44,73 milhões de sacas de 60 quilos do produto beneficiado, e ainda sim, este é um ano de baixa bienalidade.

Atualmente, o parque cafeeiro brasileiro é estimado em 6.400 milhões de plantas em uma área de quase 2,3 milhões de ha. O Brasil exportou 29,5 milhões de sacas de 60 Kg em 2008, o que neste ano, manteve o país com pouco mais de 30% do mercado externo, gerando 3,9 bilhões de dólares em divisas. A importância social desta atividade ecoa nos 8,4 milhões de empregos gerados direta ou indiretamente em 11 estados da federação, 1850 municípios e 300 mil propriedades agrícolas.

O Estado de Minas Gerais destaca-se como principal produtor. Segundo a CONAB/MAPA o Estado produziu 25,155 milhões de sacas em 2010, ou seja, 52% da produção total do país. Nas regiões sul e centro-oeste de Minas Gerais foram produzidos, neste ano, aproximadamente 12,6 milhões de sacas, o que representa em termos percentuais, 26,25% de toda a produção nacional de café.

A formação específica de profissionais que venham atuar de maneira competente na área da cafeicultura é uma demanda da sociedade regional e uma necessidade em um cenário de tamanha importância socioeconômica.

MATRIZ CURRICULAR

A Matriz Curricular é a relação das disciplinas do curso com a respectiva carga horária.

 

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